Uma raiz profunda

Como vocês já estão acostumadas, sexta-feira é dia de conto erótico aqui na Vibrio! Então, se você chegou agora do trabalho e quer relaxar, pode começar acompanhando essa história picante e maravilhosa que preparamos. E olha só que nome sugestivo: “uma raiz profunda”. Por que será?

E se você gosta de fazer essa leitura sozinha, no conforto da sua cama, pode contar com a ajuda de alguns brinquedinhos, como o nosso Mini Bullet 2.0. Hoje você vai conhecer a história de Anita e seu marido, o dentista Adolfo fazendo o que você provavelmente já quis fazer.

Mas chega de spoilers! Acompanhe conosco esse conto erótico:

Uma raiz profunda

Meu nome é Anita e estou casada há 5 anos com o Adolfo. Ele é dentista, é muito bom no que faz e é muito lindo também. E nem sou só eu dizendo isso não, são todas as pessoas na sala de espera do consultório dele. Uma vez fui falar com ele e como estava em atendimento, sentei e esperei. Fiquei ouvindo todos que chegavam conversando sobre como o doutor era gostosão e tudo o que fariam com ele se tivessem um dia no lugar da esposa.

Uma parte de mim ficou enciumada, mas outra parte de mim gostou de ouvir. Porque é o famoso “Vê com os olhos, lambe com a testa” e porque estavam falando muitas coisas que eu mesma nunca tinha pensado e pareceram realmente interessantes. Além de que isso só mostra que eu tive muito bom gosto, porque né… Ele é meu marido!

Ouvir o que aquelas pessoas todas falavam me deu ideias, então falei com meu marido sobre o que precisava naquele dia e fui pra casa. Tinha muito que planejar. Na sexta-feira eu voltei lá depois de passar no salão e me arrumar toda bonita. Cheguei lá perto da hora de fechar e pedi que a recepcionista não dissesse que eu estava lá.

Queria fazer uma surpresa. Ela até me ajudou inventando um nome bem aleatório e dizendo que era paciente nova de emergência. Ele até tentou recusar por causa do horário. Ouvi sua voz saindo pelo telefone e dizendo que eu ficaria preocupada se ele demorasse, mas a mocinha prometeu que eu saberia sobre essa paciente nova e estaria tudo bem.

Quando a última pessoa saiu, ele me chamou, eu me despedi da recepcionista e fui para dentro da sala.  Passei reto pelas poltronas e fui direto para a cadeira de dentista que estava bem no meio da sala. Meu marido tinha ido pegar os detalhes da minha suposta ficha com a menina que atendia os pacientes e  entrou na sala um pouco frustrado por não ter nada.

Quando chegou e me viu sentada ali, primeiro ficou confuso, depois perguntou o que estava acontecendo, se eu estava bem. Respirei fundo porque era hora né. Olhei pra ele com a maior cara de safada que podia fazer e disse que estava com dor de dente. Ele ainda estava sério e falou que podia olhar pra mim e então falei que era uma raiz muito profunda…

Perguntei se ele olharia com cuidado se eu abrisse bem. Ele deu uma gargalhada gostosa, mas logo abriu aquele meio sorriso safado que só ele tem e pediu pra eu esperar um pouco enquanto ele mandava a recepcionista pra casa. Nós fecharíamos o consultório.

Fiquei esperando lá pelo que pareceu uma eternidade, mas ele voltou e trancou a porta. Mesmo que alguém entrasse na sala de espera, o que não era provável já que a recepcionista fecharia lá na portaria, não conseguiria nos flagrar, então eu fiquei um pouco mais relaxada.

A sensação do perigo de fazer algo assim no trabalho continuava excitando, mas a segurança de que era um perigo mais imaginário que real, me deixava tranquila. Meu marido veio para perto, desceu bem a maca, deixando o mais baixo que o mecanismo permitia, e disse que era pra eu abrir bem a boca porque ele tinha uma ferramenta especial para ver bem fundo nas pessoas.

Como sou uma boa esposa, obedeci. Ele abriu a calça e liberou o pau que já tava doido pra ser visto. Pulsava e já estava praticamente todo duro. Virei em sua direção e comecei a lamber, chupar, punhetar, massagear, até que ficou duro por completo. Aí sim eu caí de boca com gosto. Sempre gostei de chupar meu marido.

Além de gostar por mim, ainda tinha o fato de que sempre amei ser a causa de prazer. No nosso caso, ele adorava que eu olhasse pra ele enquanto fazia isso, então eu só aproveitava. É algo até bem comum, mas que a maioria das pessoas acaba reprimindo por falta de incentivo e reciprocidade.

E reciprocidade foi o que eu consegui. Estava passando a ponta da minha língua pela cabeça do seu pau, chupando suas bolas, primeiro uma e depois a outra, bem devagar para não machucar, beijando toda a extensão antes de colocar pra dentro da boca o quanto cabia e chupar, subindo e descendo, intercalando entre uma coisa e outra, quando ele pediu que eu parasse.

Estava trêmulo e ofegante, pulsando na minha boca, eu sabia que ele ia acabar gozando. Se ele pediu era porque queria gozar de uma forma diferente. Lembro que ele pegou o controle e ergueu a maca outra vez, mas agora o máximo que ela conseguia, e então sentou em sua cadeira, ficando no ângulo perfeito para puxar meu corpo um pouquinho pro lado e começar a mordiscar minhas coxas.

Ele subia até minha virilha e descia dali. Ele passou alguns minutos assim, sem nem me dar à chance de tirar a roupa, só se enfiando embaixo da minha saia. O que eu me esqueci de contar é que eu estava sem nada por baixo da saia. Aproveitei enquanto esperava por ele para tirar a calcinha e guardar na bolsa, então ele só provocava ao me lamber, mas ficava só nas coxas.

Eu já estava ficando completamente fora de mim com isso, então perguntei se ele não iria fazer um exame profundo e ele disse que sim. Levantou e buscou um par de luvas. Quando vi que ele estava voltando com elas colocadas senti um arrepio bom na espinha. Não tinha me mexido desde que ele saiu de perto.

Meu marido foi subindo, dedilhando, pelas minhas coxas, abrindo minhas pernas com as duas mãos e puxando os lábios para um exame minucioso. Meu mel já estava escorrendo e ele passou um dos dedos pela borda da minha buceta, como se estivesse procurando por algo ou talvez espalhando a lubrificação.

Bem lentamente ele foi colocando a pontinha do dedo pra dentro, ainda massageando a região da entrada, espalhando o liquido que escorria, atento a cada mínima reação minha. Com cada suspiro ele colocava o dedo um pouco mais para dentro, apalpando minhas carnes, me fazendo arrepiar inteira.

Ele disse que tinha algo de estranho que precisava ver mais de perto e antes que eu pudesse perguntar o que ele já tinha apertado meu clitóris com a ponta da língua. Gemi baixinho e ele continuou com seu exame. Sua língua percorria todo o espaço interno dos grandes e pequenos lábios, tocava meu clitóris, encostava-se a seus dedos, que a essa altura já tinham entrado 2.

Seus dedos estavam bem fundos e dobrados em forma de gancho, massageando meu interior em busca do meu ponto G, indo e voltando num ritmo semelhante ao da boca. Perdi completamente a noção do tempo que estivemos nisso até que notei que um orgasmo já ameaçava vir.

Ele deve ter percebido também minhas pernas ficando tensas porque anunciou que meu caso não era grave, mas precisaria de uma injeção, com certeza! Eu já imaginava onde isso estava chegando e concordei, disse que precisava mesmo, e então ele veio. Tirou os dedos de dentro de mim, colocou os dedos na própria boca, saboreando meu gosto como se fosse a coisa mais deliciosa que ele já provou na vida.

Depois de me deixar maluca de excitação, ele puxou meus grandes lábios e deu mais umas lambidas e chupadas. Cada vez que ele envolvia meu clitóris com os lábios e sugava de levinho eu sentia que ia chegar lá antes mesmo de ele fazer algo além.

Minha cabeça estava rodando e ficando difícil pensar quando finalmente senti seu pau escorregando pra dentro de mim. Eu estava tão molhada que nem deu trabalho, ele só escorregou pra dentro. Meu gemido saiu um pouco mais alto, enquanto me segurava nos braços da cadeira e ele segurava minha cintura, controlando o ritmo.

Eu me controlei o máximo que pude, mas estava tão bom que logo cheguei ao primeiro orgasmo. Quando dei por mim minhas pernas já estavam sobre os seus ombros e ele enfiava tão fundo que tirava todo o meu juízo. Entrelaçamos os dedos de uma das mãos e chegamos juntos dentro de poucos minutos.

Saí de lá feliz, de pernas bambas e morrendo de vontade de voltar lá em outro horário só pra agradecer pela ideia a todos aqueles pacientes safados.

***

E aí, gostou do conto de hoje? Aproveite para ler também: Nosso dia feliz

Os direitos do conto erótico “Nosso Dia Feliz” pertencem à Vibrio e, portanto, a reprodução do conteúdo é proibida.

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