Sextech é uma nova forma de fazer sexo, pelo menos de acordo com várias empresas focadas no bem-estar sexual. Na onda dos avanços tecnológicos, algumas empresas estão criando produtos e serviços para satisfazer as pessoas. Trata-se, basicamente, de se relacionar sexualmente com robôs.
De forma simplificada, é qualquer tecnologia criada para melhorar a experiência sexual dos humanos. Embora ainda seja um tabu falar sobre isso, estima-se que esse mercado crescerá cada vez mais. Já é estimado que, antes mesmo de 2050, um em cada cinco jovens fará sexo com aparelhos tecnológicos.
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O que é sextech?
Sextech é a união entre sexo e tecnologia. De acordo com estudos, ficará cada vez mais comum as relações sexuais com androides num futuro não tão distante. Bonecos com formato humanoide equipados com Inteligência Artificial tendem a dominar o mercado do prazer.
Esse formato possibilita, ainda, acariciar um parceiro ou parceira a centenas de quilômetros de distância. Ou seja, poderemos imprimir em 3D uma réplica perfeita dos órgãos genitais de outras pessoas. Sendo assim, poderemos coordenar os movimentos via aplicativo móvel. O outro lado poderá fazer isso em sincronia para que o prazer seja alcançado em conjunto.
A estimativa é que esse mercado seja uma realidade em 20 anos. De acordo com Neil McArthur, professor universitário do Canadá: “estamos prestes a testemunhar o crescimento dos digisexuais (pessoas que fazem sexo com máquinas)”.
Muitos veem o assunto apenas como roteiro de filme de ficção. No entanto, já existem no mercado alguns modelos que seguem esse caminho. Em 2018 foi apresentada a Harmony, por exemplo. Essa é a primeira máquina erótica com Inteligência Artificial da empresa Real Doll. A boneca em tamanho real consegue memorizar várias coisas, como os desejos sexuais de seu dono.
Posteriormente a empresa lançou Henry, o boneco na versão masculina. Então podemos esperar que o sextech cresça de forma considerável já nos próximos anos. Assim, o futuro sexual passará por mudanças realmente surpreendentes.
Modalidades de sextech que já existem
1. Brinquedos eróticos
Impossível falar de sextech sem citar os brinquedos eróticos que fazem parte desse crescimento. As empresas focadas no ramo desenvolvem produtos à fim de elevar o prazer ao máximo. Um destaque no mercado hoje, por exemplo, é o minivibrador. Embora pequeno, ele pode ser recarregado e utilizado várias vezes.
Geralmente os produtos possuem várias formas de vibração, satisfazendo, assim, todos os tipos de mulheres. Mas as empresas querem ir além, focando realmente no bem-estar e direito de sentir prazer.
2. Áudios eróticos
Com a crescente das plataformas de streamings, é possível encontrar todo tipo de serviço. Atualmente existem plataformas focadas apenas em áudios eróticos. Desse modo, são áudios narrados tanto por homens quanto mulheres, com diferentes timbres e sotaques. E esse estímulo, que pode ser forte do que o visual, está fazendo a diferença nos momentos mais íntimos.
3. Cosméticos
Para as mulheres que querem entrar nesse universo de forma saudável, existem também empresas focadas em cosméticos naturais, veganos e saudáveis. Todos eles com um só objetivo: potencializar a sexualidade feminina. Lubrificantes íntimos saudáveis, por exemplo, são a especialidade do momento. No entanto é possível encontrar uma grande variedade de produtos.
4. Plataformas de serviços
As plataformas de serviços são diversas. É possível encontrar, por exemplo, aplicativos que ajudam o usuário a melhorar a criação de mensagens sexuais. Essas mensagens são chamadas de “sexting” e ajudam bastante. Também existem plataformas voltadas para educação sexual. Ou seja, são cursos que ensinam do básico ao avançado sobre o assunto.
5. Saúde
Grandes empresas de saúde estão voltando os olhos para o sextech. Os serviços envolvem atendimentos médicos que tratam de disfunção erétil, por exemplo. No entanto, não para por aí. Algumas pautas são importantes, como ejaculação precoce e falta de libido. Atendimentos à distância, por meio da tecnologia. entram no meio sextech.
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Por que o mercado de sextech tem crescido tanto?
Fontes: Work Stars; Brasil el País; Share your Sex; Start SE; Forbes; Linkedin
